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A importância da atuação preventiva no combate às doenças no ambiente de trabalho e como a tecnologia pode ajudar nessa missão

Rodrigo Camargo

Facilitar o acesso a dados de saúde é um passo fundamental para expandir o combate a doenças. Isso é especialmente significativo no contexto da saúde corporativa, onde há transferência dos custos do usuário para a empresa.

O big data mudou a maneira como os pesquisadores da área de saúde entendem doenças e enfermidades, fornecendo acesso a informações, tendências e padrões nunca antes acessíveis: pesquisadores, hospitais e médicos estão recorrendo a uma vasta rede de dados de assistência médica para entender o contexto clínico, prevenir futuros problemas de saúde e encontrar novas opções de tratamento.

Além disso, a análise de dados torna o atendimento mais eficiente – um levantamento da Consultoria McKinsey aponta que 74% dos pacientes repetem as mesmas informações para diferentes médicos e ao menos 60% realizam os mesmos exames laboratoriais mais de uma vez. Com big data, o sistema pode ficar em média 35% mais eficiente, segundo a consultoria.

Uma das implicações mais empolgantes para o big data na área da saúde é que os serviços de saúde podem oferecer um atendimento muito mais preciso e personalizado. Com um retrato mais completo e detalhado dos pacientes, eles podem determinar como um paciente específico responderá a determinado tratamento ou até mesmo identificar pacientes em risco antes que surja um problema de saúde.

Por outro lado, bancos de dados tradicionais de assistência médica costumam ser pesados e caros, inalcançáveis para muitos nichos fora do setor médico e científico tradicional – o big data pode ajudar a aliviar esse problema por meio de um interfaces de acesso mais simples e manutenção mais amigável.

Quando se trata de assistência médica e, especificamente, planos de saúde, o risco costuma ser um grande fator que contribui para o acesso dos pacientes aos cuidados. Nestes casos, a detecção precoce é o ponto crucial para muitos pacientes poderem custear o tratamento. Da mesma forma, a prevenção e o tratamento precoce são decisivos para o sucesso do tratamento de diversos tipos de doenças, como câncer, esclerose múltipla, entre outros.

Na PreviNEO usamos algoritmos para mapear o risco dos usuários desenvolverem, em algum momento da sua vida, um ou mais dos cinco tipos de câncer com maior incidência no Brasil: cólon/intestino, mama, próstata, pulmão e útero. Atuar em conjunto setores de RH para mapear colaboradores com alto risco de desenvolver a doença e atuar preventivamente, zelando pela saúde dos funcionários e reduzindo custos com planos de saúde corporativos, é fundamental à saúde corporativa.

Não se trata, porém, de uma revolução abrupta. É uma evolução, um processo pautado em construir modelos, agregar big data, testá-los e aplicá-los em indivíduos, avaliar resultados e então aprimorar processos. Dessa forma determinadas perguntas ficarão mais fáceis de responder, tornando possível entender melhor a doença, seus agentes causais, preveni-la e desenvolver as melhores abordagens terapêuticas. Por isso, facilitar o acesso a dados de saúde é um passo fundamental para expandir o combate a doenças. Isso é especialmente significativo no contexto da saúde corporativa, onde há transferência dos custos do usuário para a empresa - e a busca por custos mais baixos é um fator decisivo presente no dia a dia.

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*Rodrigo Camargo é médico formado pela UFPR, especialista em medicina corporativa e um dos fundadores da PreviNEO.

 

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